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Igrejas que mais parecem boates! - GOSPEL

Igrejas que mais parecem boates!

Pragmatistas se baseiam no conceito de que ideias e atos só são verdadeiros quando servem para a solução imediata de problemas. Ensinamentos e condutas são validados pelo seu bom êxito prático, havendo, assim, uma tendência de trilhar-se caminhos mais fáceis para consecução de pretensos bons resultados. Nesse caso, o que funcionar melhor é o certo; não há compromisso com princípios ou valores; o fim justifica os meios (cf. Mt 7.13,14).

Um exemplo claro disso é o fato de muitas igrejas não parecerem mais com igrejas! Seus líderes adotam uma abordagem pragmática: priorizam as preferências das pessoas, fazendo com que o culto não seja culto, e sim uma grande festa dançante e cheia de novidades. Eles ignoram que, segundo o Novo Testamento, quando o povo de Deus se reúne, tudo deve ser feito “decentemente e com ordem”, a fim de que — mediante as ministrações do louvor (salmo), da Palavra (doutrina) e do Espírito (revelação, língua e interpretação) — todos sejam edificados (1Co 14.26-40).

Por que dificilmente vemos tais ministrações, especialmente de modo conjunto? E por que os lugares de culto (também conhecidos como igrejas, na atualidade) estão cada vez mais parecidos com boates, bares ou casas de eventos?

Consequentemente, o “evangelho” está se tornando tão mundano, e o mundo tão “evangélico”, que já não se sabe mais onde começa um e termina o outro. Aliás, líderes influenciados pelo movimento “igreja emergente” não gostam do termo “igreja”. Preferem “comunidade”, “projeto” ou, mesmo estando no Brasil, “church”. Mas o primeiro a empregar esse termo, que hoje muitos evitam — “igreja” (gr. ekklesía) —, foi ninguém menos que o Senhor Jesus (Mt 16.18)!

Louvor congregacional? Corais? Nem pensar! Líderes “emergentes” preferem a “balada gospel”, com muita dança e coreografia, ao som de ritmos eletrizantes e luzes coloridas. Há igrejas que até contratam músicos seculares! “É isso que a galera gosta”, dizem. “Chega de pregação expositiva! Ninguém suporta mais isso”. Nas igrejas que parecem boates, a pregação “boa” não é a exposição das Escrituras, e sim a pregação malabarista, a animação de auditório, o coaching etc.

Quando criticados, os proponentes da “igreja emergente” dizem que tudo é válido para “ganhar almas”. Não por acaso, há blocos de carnaval gospel, festa “jesuína” (imitação da festa junina), Halloween gospel, que chamam, irrefletidamente, de “Elohim”. Entretanto, quando Paulo disse: “Fiz-me tudo para todos, para, por todos os meios, chegar a salvar alguns” (1Co 9.22), não estava falando em salvar almas, de fato, pois a salvação é pela graça de Deus (Tt 2.11). Antes, referiu-se a estratégias de evangelização, não pecaminosas nem prejudiciais à pregação cristocêntrica, evidentemente (cf. 1.18-23; 2.1-5).
Antes de entrar pra uma Igreja dessa examine bém as escrituras,para que vc não venha se contaminar e perder a sua santidade e salvação!

 

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